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Supremo e PGR decidem pela inocência de Calheiros, Sarney, Lobão, Barbalho, Jucá, Raupp e José Machado
A denúncia apresentada pela Procuradoria da República (PGR) durante as investigações da Operação Lava Jato, em 2017, que ficou conhecida como o “Quadrilhão do MDB do Senado” liderado por Renan Calheiros, José Sarney, Edison Lobão, Jader Barbalho, Romero Jucá e Valdir Raupp e José Sérgio de Oliveira Machado, foi arquivada nesta segunda-feira, 14, com o voto da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
FOTO/CAPA/reprodução
O relator do processo, ministro Edson Fachin, seguiu novo posicionamento da PGR, enviado ao Supremo em março deste ano, no qual a procuradoria defendeu rejeição da denúncia feita ao Supremo pelo ex-procurador Rodrigo Janot.
“Ante o exposto, com esteio no pleito da Procuradoria-Geral da República, que manifesta rejeição da denúncia em relação aos acusados, por ausência de justa causa, e que fez reavaliação do entendimento anteriormente exposto, depreendo que a decorrência é a de rejeitar a denúncia formulada em face de Edison Lobão, Jader Barbalho, Renan Calheiros, José Sarney, José Sérgio de Oliveira Machado, Romero Jucá e Valdir Raupp”, decidiu Fachin, rejeitando as declarações de investigados que assinaram acordos de delação premiada com os investigadores da Lava Jato.
A votação ocorreu no plenário virtual, modalidade na qual os ministros inserem seus votos no sistema eletrônico da Corte e não há deliberação presencial.
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