Trocando em Miúdos

Mark Zuckerberg e o anticristo das profecias bíblicas?
Um amigo me disse na semana passada, que o 'anticristo' teria nascido no dia 14 de maio de 1984, em White Plains, Condado de Westchester, estado de Nova York, nos Estados Unidos.
Curioso, quis saber se o 'anticristo', hoje com 35 anos, estaria pronto para ser presidente da grande potência, e o amigo, com ares de suspense, respondeu, que ele já domina 2,4 bilhões de pessoas no mundo e que o seu nome seria Mark Elliot Zuckerberg, fundador do Facebook.
Então eu fiquei pensando nas ações surgidas do aplicativo, como a falsa primavera árabe, em 2011, que jamais seria possível em toda a região do Norte da África e do Oriente Médio sem os recursos e dispositivos do Facebook. No escândalo da Cambridge consultoria, que usou indevidamente informações de 87 milhões de usuários, 443 mil deles brasileiros, enfim, o Facebook é maior até que o Catolicismo, com 1,2 bilhão de fiéis.
No Facebook as pessoas são mais impulsivas, narcisistas, desatentas e menos preocupadas com os sentimentos dos outros. Também são mais infelizes, principalmente, com os efeitos da chamada inveja subliminar, que surge sem que a gente perceba.
Estudos científicos revelam que os usuários têm 40% menos empatia, já que da indiferença, do narcisismo e da competição, cresce o discurso do ódio, que domina o momento político brasileiro com ululante origem no Facebook.
Manipulando a sequência de informações nas linhas do tempo, o Facebook facilita a troca de acusações e insultos, com reflexos nos problemas pessoais e no número de suicídios entre adolescentes brasileiros, que cresceu 36,7% desde o surgimento do aplicativo.
Pensando bem, qualquer anticristo que se preze desejaria ser o dono do Facebook.
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