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Zoológico de Belo Horizonte registra 70 mortes de animais em um ano e sete meses
A morte da zebra Mila reacendeu um alerta no zoológico de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O animal, de 19 anos, não resistiu a um quadro agudo de cólica intestinal no domingo, 24.
A zebra Mila tinha 19 anos — FOTO/Suziane Fonseca/Divulgação
De acordo com a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica da Capital mineira, de janeiro de 2021 a julho de 2022, período de 1 ano e 7 meses, 70 animais que estavam no zoológico morreram.
Segundo a prefeitura de Belo Horizonte, o número maior de mortes inclui as aves, que tem uma longevidade menor do que as demais espécies. O município também atribui ao fato de custodiar animais idosos que vieram de apreensões anteriores a 2021, que já chegam ao parque debilitados, sem condições de sobreviver.
O elefante Beré tinha 46 anos e morreu de infecção generalizada — FOTO/Suziane Fonseca/PBH
No dia 14 de outubro de 2021, a elefante Beré morreu com uma infecção generalizada, aos 46 anos. Ela esteve em tratamento veterinário durante três meses, apresentando quadros uterinos e pulmonares. O animal chegou à BH quando tinha 2 anos, trazida da África.
Cinco dias depois, o zoológico divulgou a morte da onça-pintada Pytu. O felino apresentava respiração ofegante, cansaço e dor aparente. Na ocasião, a suspeita da morte tinha sido atribuída a uma pneumonia aguda.
A onça-pintada Pytu no Zoo de BH — FOTO/Humberto Mello/PBH
No dia 20 de outubro de 2021, um lagarto-monitor também morreu. A fêmea estava com 24 anos, idade além da expectativa de vida na natureza, que costuma ser de 20 anos. O réptil já apresentava degenerações esqueléticas.
Já no dia 26 de dezembro do mesmo ano, foi a vez do filhote de apenas três meses dos gorilas Imbi e Leon. Ele teve quedas sucessivas de altura, enquanto brincava com os irmãos. A suspeita é de que ele teve traumatismo craniano.
FOTO/CAPA/reproduções
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