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Renata Frisson, a Mulher Melão, avisa que agora será a Mulher Maconha
Cristina Célia Antunes Batista, de 39 anos, mais conhecida como Renata Frisson, a Mulher Melão, revelou, durante sua visita ao Uruguai, que decidiu apoiar o uso medicinal da Cannabis (maconha) no Brasil.
FOTO/CAPA/reprodução - Renata Frisson, que era fruta e agora virou erva
Informando, que agora ela será a Mulher Maconha, Renata Frisson ficou impressionada com a produção de derivados da planta e de sua utilização no tratamento de várias doenças como epilepsia, autismo, ansiedade, mal de Parkinson, Alzheimer e dor crônica, por exemplo. "Tem tantas utilidades e pode ser utilizada na produção de remédios, roupas, sapatos e até lubrificantes íntimos", disse, surpresa com o Canabidiol (CBD), substância presente na planta Cannabis Sativa, que tem ampla atuação no sistema nervoso central.
Participando de ensaio fotográfico em um hotel de Montevidéu, Renata Frisson posou para câmeras em uma banheira de hidromassagem com 50 quilos de maconha fornecidos por um produtor uruguaio.
Indagada sobre a possibilidade de sua campanha ser entendida no Brasil como apologia ao uso da droga. "Olha, já experimentei. Não vou mentir. Era bem mais nova e um namoradinho me deu. Achei ruim porque fiquei bem sonolenta", argumentou, acrescentando: "Tenho gente na família que precisa usar o canabidiol. Minha secretária passou a usar o óleo e teve melhora na ansiedade e na pressão arterial. Ela vivia parando em hospital. É preciso que mais gente tenha acesso a isso, é preciso mostrar como tem funcionado em vários casos, evitando o uso contínuo dos remédios tarja-preta", encerrou.
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