Trocando em Miúdos

Conheça os municípios do Sul, Centro-Sul e Costa Verde que dispensaram o uso de máscaras em locais abertos e fechados
Com exceção de algumas condições específicas em unidades de saúde e de educação, Volta Redonda, Barra Mansa, Itatiaia, Resende, Paraty, Paracambi, Pinheiral, Valença e Três Rios dispensaram a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais abertos e fechados. As novas posturas foram adotadas após o decreto do governador Cláudio Castro permitindo que os prefeitos decidissem sobre a questão.
O uso de máscaras, imposto como obrigatório pelo governador e prefeitos fluminenses, nunca foi unanimidade nos meios científicos, que os mesmos governantes garantem seguir desde o início da pandemia do novo coronavírus.
Uma pesquisa publicada, no dia 1º de março, na revista "Physics of Fluids", aponta, que máscaras de tecido não são suficientes para proteger contra a transmissão do coronavírus pelo ar.
Cientistas da Alemanha e da Inglaterra, que conduziram a pesquisa, analisaram a capacidade de tecido de filtrar partículas de um micrômetro – um milésimo de milímetro – de tamanho. Eles analisaram imagens 3D produzidas por microscopia para enxergar os canais de fluxo de ar.
O estudo concluiu que, para partículas com diâmetro de 1,5 micrômetros, a eficácia do tecido ficou entre 2,5% a 10%.
Os municípios de Comendador Levy Gasparian e Quatis liberaram o uso da máscara somente em locais abertos. Já o acessório, que era apontado como grande arma científica para conter a pandemia no país, continua obrigatório em todos os ambientes em Angra dos Reis, Porto Real, Barra do Piraí, Piraí, Rio Claro, Vassouras, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Rio das Flores, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Sapucaia e Paty do Alféres.
A estridente dissonância nas decisões dos prefeitos dos municípios do Sul e Centro-Sul e Costa Verde fluminense, revela, de forma cabal, que desde março de 2020 a ciência escolhida foi determinada pelo senso comum. Se a maioria da população fosse favorável à adoção da medida, ela seria adotada. A questão, é que esse mesmo senso comum, também, desde o início da pandemia, foi criado por informações duvidosas ou, no mínimo, discutíveis, publicadas como verdades absolutas pela grande mídia, que muito distante da verdadeira ciência se manteve com o firme propósito de se posicionar contrária às declarações do presidente Jair Bolsonaro.
FOTO/reprodução/iLUSTRATIVA
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