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Tribunal Federal da Argentina condena Cristina Kirchner a seis anos de prisão por corrupção e administração fraudulenta
Em Buenos Aires, Capital da Agentina, o Tribunal Federal 2 condenou, nesta terça-feira, 6, a atual vice-presidente Cristina Kirchner a seis anos de prisão por corrupção e administração fraudulenta no caso conhecido como Vialidad, que veio à tona em 2013.
Cristina, que foi presidente da Argentina durante dois mandatos, entre 2007 e 2015, é acusada de formar uma associação ilícita para beneficiar o empresário Lázaro Báez em licitações de 51 obras públicas na província de Santa Cruz. Lázaro Báez, amigo pessoal de Néstor Kirchner, venceu licitação para a construção de rodovias em Santa Cruz, através de sua empresa Austral Construcciones. O empresário também foi condenado a seis anos de prisão.
Os advogados de Cristina Kirchner garantem que a vice-presidente jamais será presa e que ela só deixará o poder através de um impeachment.
Militantes pró-Kirchner fazem vigília em frente ao tribunal desde às 9 horas desta terça-feira. Eles denunciam perseguição do judiciário e da imprensa contra Cristina, que comparou o processo com um "pelotão de fuzilamento".
Cristina recorrerá da decisão na Câmara Federal de Cassação Penal e, em última instância, à Corte Suprema.
Em pronunciamento nas redes sociais, a vice-presidente afirmou que é vítima do judiciário, que classificou como "máfia e Estado paralelo".
FOTO/CAPA/reprodução
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