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Senador Renan Calheiros indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro
O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB/AL), sustentado pela grande mídia e partidos de esquerda representados pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Humberto Costa (PT-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), como o principal líder do movimento pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, foi indiciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Polícia Federal (PF).
Segundo o relatório da PF, Renan Calheiros pediu e recebeu R$ 1 milhão em propina da Odebrecht, em 2012, como “incentivo” a aprovação de uma resolução restringindo incentivos fiscais a produtos importados concedidos pelos Estados com o objetivo de beneficiar a Braskem.
O relatório da PF informa, também, que, ao fim de "complexa investigação criminal", foi verificada a "existência de elementos probatórios concretos de autoria e materialidade para se atestar a presença de indícios suficientes" contra o senador Renan Calheiros.
"Juntamente com outras pessoas, (o senador Renan Calheiros) cometeu o delito de corrupção passiva ao solicitar e receber pagamentos indevidos no montante de R$ 1 milhão, no dia 31/05/2012, ano em que não foi candidato nas eleições, no contexto da aprovação do Projeto de Resolução do Senado nº 72/2010, convertido na Resolução do Senado Federal nº 13/2012”, diz trecho do relatório da PF.
O inquérito foi aberto pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2017 a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com base nas delações premiadas de ex-executivos do grupo Odebrecht.
O ministro Edson Fachin enviou o relatório a PGR, que poderá denunciar o relator da CPI no Senado como réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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