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Justiça decreta prisão preventiva de cônsul da Alemanha suspeito de matar companheiro em Ipanema, no Rio
Com prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro, o cônsul da Alemanha, Uwe Herbert Hahn, que está sendo acusado de matar o seu companheiro, o belga Walter Henri Maximilen Biot, na última sexta-feira, 5, segue preso na Cadeia de Benfica, na Zona Norte do Rio.
O cônsul foi submetido neste domingo, 7, a uma audiência de custódia. A defesa do diplomata pediu o relaxamento da prisão alegando imunidade consular, mas o juiz Rafael de Almeida Rezende considerou que o homicídio, ocorrido no imóvel do casal, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, não guarda qualquer relação com as funções consulares.
O juiz levou em consideração a existência de diversas lesões no corpo da vítima, uma delas compatível com pisadura e outra com emprego de instrumento cilíndrico (como um bastão) e a constatação de manchas de sangue no quarto do casal e no banheiro. Para o magistrado, a manutenção da prisão é importante para evitar riscos à coleta de provas e fuga do suspeito.
A perícia da Polícia Civil constatou, pelo menos, 30 lesões em todo corpo do belga Walter Biot, de 52 anos, inclusive, lesões no ânus, além de marcas de golpe com cilindro e pisadura no tórax.
O Consulado Geral da Alemanha no Rio de Janeiro divulgou a seguinte nota à imprensa: “A Embaixada da Alemanha em Brasília e o Consulado Geral no Rio de Janeiro estão em estreito contato com as autoridades brasileiras neste caso. Pedimos a sua compreensão de que, por razões de privacidade pessoal, não podemos atualmente fornecer mais informações sobre a pessoa ou detalhes do caso.”
FOTO/reprodução - Walter Henri Maximillen Biot e o cônsul da Alemanha Uwe Herbert Hahn eram casados há 23 anos.
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